1.2.18

Carbono Alterado, de Richard K. Morgan

Júlia Raquel
Carbono Alterado | Richard K. Morgan | 490 páginas | Gênero ficção científica | Editora Bertrand Brasil | Avaliação: 🌟🌟🌟🌟🌟 | Compre o livro

Em Altered Carbon morrer não é mais um problema. Em pleno século XXV, a sociedade já está um passo a frente da imortalidade. Funciona da seguinte maneira, cada pessoa carrega consigo a própria consciência em cartuchos instalados na nuca e quando o corpo atual morre, o dispositivo pode ser recolado em um novo, que chamamos de capas, ou em clones. Puff, como mágica, você tem uma nova vida com todas as lembranças da anterior.

Dentro de toda essa sociedade está Laurens Bancroft, um dos homens mais ricos do conjunto de planetas conhecidos pelo ser humano. Mas, aqui, todo o dinheiro acabou não sendo suficiente para descobrir quem o matou. Bancroft levou um tiro na cabeça, que acertou em cheio o cartucho e o último backup não mostra quem foi o autor do crime. Para polícia não passa de suicídio, mas o matusa – nome dado para as pessoas que já habitam esse mundo há séculos –, não acredita nisso.

É ai que Takeshi Kovacs entra em jogo. O homem é um ex-Emissário, um soldado, e terá a missão de encontrar o verdadeiro assassino de Bancroft, o que já posso adiantar que não será nada fácil. O caminhão até a verdadeira resposta está recheado de mentiras, conspirações e armadilhas.

Para mim a leitura foi difícil e eu realmente odiei a primeira metade do livro. O restante, confesso, foi bom e o meu entendimento muito maior. Achei a escrita do autor pesada, arrastada e bastante complicada. Ele já nos insere em todo o bafafá e não dá explicações em vários aspectos, deixando o leitor sem entender nada. Essa foi a minha sensação com Carbono Alterado. A frase “entendi foi nada” nunca fez tanto sentido 🤔.


Espero que a série de TV venha para somar e fazer com que eu entenda a estória
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