18.12.18

Frases e trechos: O ódio que você semeia

Júlia Raquel
Foto: Luna literária

O ódio que você semeia
ANGIE THOMAS
378 páginas
Jovem adulto
Editora Galera Record
Onde comprar? Amazon

Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente.
 Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.
 Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa.


Oi gente, tudo bem com vocês? Aproveitando o embalo do lançamento do filme “The hate u give” aqui no Brasil, e esta foto meio antiga com roupa de inverno, resolvi trazer aqui para o Luna os meus trechos favoritos dessa história. Para quem não sabe eu amei essa obra e a considero uma leitura obrigatória para todos. Confira as frases:

“Enquanto a gente esperava o socorro chegar, ele ficou com a arma apontada pra mim até outra pessoa chegar. Como se eu fosse uma ameaça. Não era eu quem estava com uma arma”.

“Funerais não são para gente morta. São para os vivos”.

“Às vezes, você pode fazer tudo certo, e mesmo assim as coisas dão errado. O importante é nunca parar de fazer o certo”.

“Os senhores de escravo também achavam que estavam fazendo a diferença na vida dos negros. Que os estavam salvando do “jeito selvagem africano”. Mesma merda, século diferente. Eu queria que as pessoas parassem de pensar que gente como eu precisa ser salva”.

“Ter coragem não quer dizer que você não esteja com medo. Quer dizer que você segue em frente apesar de estar com medo”.

“E de todo o mundo: suas vozes importam, seus sonhos importam, suas vidas importam. Sejam rosas que crescem no concreto”.

E ai, você ficou curioso com a leitura? Quem já leu esse livro, qual a sua opinião sobre? Beijos e até o próximo post!
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Luna Literária • 2017 Feito com amor por: Lariz Santana